Limitamos nosso conhecimento sobre sexualidade tomando por base a nossa própria experiência e deixamos de lado toda a diversidade que a própria sexualidade implica. Infelizmente, a sociedade em que vivemos, baseada em princípios cristãos, acredita que as crianças são como anjos, seres assexuados que não possuem desejos e prazeres sexuais.
Mas na verdade as crianças também sentem desejos e prazeres sexuais e estes se manifestam de maneiras diferentes em cada cultura. Por este motivo, afirmamos que a criança é um corpo complexo, sujeito as variações históricas.
Em cada cultura a questão da sexualidade é tratada de maneira diferente. Quando nos deparamos na educação infantil com manifestações sexuais das crianças ficamos horrorizadas, pois não estamos preparadas para encarar esses fatos como algo “normal” que faz parte do desenvolvimento das mesmas. As respostas as suas perguntas não devem ser ignoradas, devemos usar o bom senso para respondê-las, não devemos ser extremistas ao respondê-las (fantasiar ou explicar tudo).Em muitos momentos a manipulação de genitais, ou outras formas de expressão incomodam mais aos adultos, do que as crianças. Elas começam a descobrir o seu corpo e depois que a curiosidade inicial passar, a atenção da criança se voltará para outras coisas que lhe chame a atenção.
Acreditamos que deveria haver um espaço (horário) na instituição para que pais, responsáveis e professores pudessem ter mais esclarecimentos sobre esse assunto. As crianças estão cercadas por informações erotizadas que vão desde os programas de TV, amigos, pais, roupas, músicas, etc. Como negar essas informações que estão cada vez mais presentes em suas vidas?
Mas na verdade as crianças também sentem desejos e prazeres sexuais e estes se manifestam de maneiras diferentes em cada cultura. Por este motivo, afirmamos que a criança é um corpo complexo, sujeito as variações históricas.
Em cada cultura a questão da sexualidade é tratada de maneira diferente. Quando nos deparamos na educação infantil com manifestações sexuais das crianças ficamos horrorizadas, pois não estamos preparadas para encarar esses fatos como algo “normal” que faz parte do desenvolvimento das mesmas. As respostas as suas perguntas não devem ser ignoradas, devemos usar o bom senso para respondê-las, não devemos ser extremistas ao respondê-las (fantasiar ou explicar tudo).Em muitos momentos a manipulação de genitais, ou outras formas de expressão incomodam mais aos adultos, do que as crianças. Elas começam a descobrir o seu corpo e depois que a curiosidade inicial passar, a atenção da criança se voltará para outras coisas que lhe chame a atenção.
Acreditamos que deveria haver um espaço (horário) na instituição para que pais, responsáveis e professores pudessem ter mais esclarecimentos sobre esse assunto. As crianças estão cercadas por informações erotizadas que vão desde os programas de TV, amigos, pais, roupas, músicas, etc. Como negar essas informações que estão cada vez mais presentes em suas vidas?
Disponivel em:
http://peadinfancia.pbworks.com/&usg=__MaoXj-v0zaPW0H2aaP6AOrWR-f8=&h=1902&w=2571&sz=351&hl=pt-BR&start=3&um=1&itbs=1&tbnid=F1Vo_45FhPl0FM:&tbnh=111&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3Dsexualidade%2Bna%2Bpr%25C3%25A9-escola%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1
Acessado em: 27/11/09



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